segunda-feira, 17 de março de 2008

Show
O público somos nós


Bacana a noite de ontem (domingo), em Ferraz, no Véinhos. Som com as bandas Somata, Netos da Revolução, Motocontínuo e Conte-me uma Mentira, que, basicamente, teve como público os próprios integrantes das bandas.

Mas isso não foi ruim. Foi como um futebol de domingo entre amigos. Amigo que batem uma boa bola. Gostei de ver os rapazes do Conte-me..., pois ainda não os conhecia ao vivo e percebi que fazem um rock´n roll bem bacana. Era para rolar também show dos Cafetones, mas por algum motivo eles não apareceram, uma pena.

Pela primeira vez, levei as minhas próprias ferragens da bateria. Uma vitória, para quem toca bateria há 6 anos, mesmo não tendo a bateria.

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Música
Mallu Magalhães e os barulhos da mídia

Quando a mídia pega alguém pra falar bastante sobre, ela não brinca, o faz pra valer. A bola da vez é da mocinha Mallu Magalhães, de 15 anos. É matéria na Rolling Stones, Época, vinhetas na MTV, entrevista no Altas Horas e muito mais...


Mallu tem tudo que um indie de plantão gosta: diversas coisas “faça você mesmo” (capas de caderno, instrumentos), canções que embalam essa nova onda folk, influências claras de Bob Dylan e Belle & Sebastian e começou com sucesso no MySpace.

Todo esse barulho me fez ter uma resistência para ouvi-la e criar minha opinião. Mesmo sem saber se o som é bacana ou não, a resistência é criada. Mas, como bem se sabe, não é só por que está inserido na grande massa é que o material é ruim. Temos bons exemplos que comprovam isso, como Radiohead (com o seu belo e recente In Raibows), Strokes, Pato Fu e muitas outras.

Mas vou esperar todo esse barulho passar, pra conseguir ouvir melhor a música de Mallu.
(Foto: myspace.com)
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Música
Frank Black: Fast Man/Raider Man

Para quem está cansado de ver trabalhos solos de artistas que acabam fazendo o mesmo som que sua banda original faz, uma opção (além do CD de rock que Hudson, do Edson e Hudson, vai lançar em breve) é o disco solo de Frank Black, vocalista do Pixies, Fast Man/ Raider Man, de 2006.
Frank Black tem fortes influências do country e folk, e faz um som bem animado por todas as 27 faixas do álbum duplo. Destaque para a música que fecha o disco, Fare Thee Well.


Outro trabalho bacana é Alpacino Quartet, do Thiago Augusto, guitarrista do Flegma. Os sons são bem melancólicos e misturam outras áreas do arte, como o cinema. Destaque para Continue Caminhando.
(foto:divulgação)
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Zelenski, ao som de Yoñlu, Finalmente.

Um comentário:

Rodrigo disse...

E ai Z!! Blz???
Muito bom o seu blog, ótimo meio de informação!! Ótimas matérias!!!
Foi mal não ter ido em Ferraz!!

Nymbus!