Tava dando uma olhada nos meus CDs antigos e achei uma coletânea hardcore, cuja a primeira faixa é Admirável Mundo Novo, do Contraponto, e a sete é Aquele Bom Rapaz, do FUD.
Quem acompanhou os rapazes do FUD sabe que eles possuem algumas fases, e, no final, estavam num lance bem viagera (o que o Hierofante, na minha humilde opinião, meio que continuou, mas acrescentando muito coisa).
Aí começam a comparação da fase mais hardcore deles com a fase final. Eu acho ambas muito ricas. O FUD hardcore era gostoso de ver, a animação, o Rafael arregaçando na bateria... isso sem contar que tinham o ótimo k7 Chá Quente Para Noites Frias, em uma época em que gravar não era pra todo mundo. E a fase viagante, que antecede o fim, era bonita demais...
Fica aí um presentinho de Natal meio saudosista.
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sexta-feira, 17 de dezembro de 2010
terça-feira, 9 de fevereiro de 2010
Lançado oficialmente o ZIG sutff
Bom, falei um pouco, até de forma misteriosa, sobre o ZIG stuff por aqui.
Enfim, foi lançado oficialmente. É um projeto meu e da Glaucia em que realizamos diversos tipos de artes, como o ZIGzine, toys, ilustrações, camisetas... e tudo mais :)
O blog inaugurou hoje: http://zig-stuff.blogspot.com
Criamos também um perfil no twitter: http://www.twitter.com/zigstuff .
Bora fazer uma penca de coisa bacana.
Abraços a todos.
Por Zelenski, ao som de Luiza mandou um beijo
segunda-feira, 8 de fevereiro de 2010
ZIGzine #zero
Olá para todos.
Segue a versão digital para quem não viu a versão impressa do ZIGzine.
E quem vai falar como foi no domingo no Cuba Café?
Abraços!
Por Zelenski ao som de Modest Mouse.
Segue a versão digital para quem não viu a versão impressa do ZIGzine.
E também algumas fotos feitas pelo Zé Panda do show dos Netos:
Abraços!
Por Zelenski ao som de Modest Mouse.
sexta-feira, 5 de fevereiro de 2010
Zupi#4 - Portfolio Marco Cherfêm
Sempre admirei os trabalhos do designer Marco Cherfêm. Trabalhei com ele um bom tempo e conheci suas loucuras. Por isso, o meu texto da semana da Zupi foi sobre ele e o lançamento de seu site. Tá lá. Confiram.
PS: Amanhã, no show dos Netos, vai ter um lançamento. Surpresa, hem.
Por Zelenski, ao som de Maquiladora.
quinta-feira, 28 de janeiro de 2010
Zupi #3
Estou há um tempo na cena já. O que... uns 7 anos, desde que formei, junto com o Rafão e o Thiago, o Flegma (depois, entraram o Gabriel e o Danilo). E sei as dificuldades enfrentadas para se fazer crescer uma cena, fazer um evento ter uma frequência bacana, com o público participando.
É nessa que eu admiro o Edy Monster e sua festa Freak Nation, que rola quinzenalmente, com um público fiel que gosta muito do movimento. E se diverte muito.
Por isso, foi sobre a Freak Nation que eu falei no meu terceiro texto para a Zupi. Confiram lá.
Abraços a todos.
Por Zelenski, ao som de Terry Jacks.
É nessa que eu admiro o Edy Monster e sua festa Freak Nation, que rola quinzenalmente, com um público fiel que gosta muito do movimento. E se diverte muito.
Por isso, foi sobre a Freak Nation que eu falei no meu terceiro texto para a Zupi. Confiram lá.
Abraços a todos.
Por Zelenski, ao som de Terry Jacks.
quinta-feira, 7 de janeiro de 2010
Zupi#2 - Até que a música, design, programação e games os separem
Olá, pessoal.
Nessa confusão toda esqueci de avisar por aqui que já está no ar meu novo texto na Zupi: "Até que a música, design, programação e games os separem" que falo sobre o casal refluxo.
Enjoy!
Zelenski, ao som de Charme Chulo.
Nessa confusão toda esqueci de avisar por aqui que já está no ar meu novo texto na Zupi: "Até que a música, design, programação e games os separem" que falo sobre o casal refluxo.
Enjoy!
Zelenski, ao som de Charme Chulo.
terça-feira, 15 de dezembro de 2009
Estreia na Zupi
Olá, para todos.
Estou aqui para avisar que estreiou hoje minha coluna no site da revista Zupi. A Zupi, para quem não conhece, é uma revista que fala de ilustração, moda, arte e design. Terei textos lá ao menos um vez por semana.
Já estou na correria para ter sempre temas interessantes. No primeiro, falei do Thiago, suas ilustrações e a banda Al Pacino Quartet (confira aqui). Estou correndo para falar com o casal Refluxo, com o desginer Marco Cherfem, o fotógrafo Sérgio Giusti...
Aí, aproveito para agradecer o pessoal que frequenta esse blog, seja nos posts polêmicos, seja quando está largardo às moscas, ou quando quer que seja... Esse pessoal sempre me inentivou a escrever.
Valeu e até mais.
Zelenski, ao som de 2.6 k
Estou aqui para avisar que estreiou hoje minha coluna no site da revista Zupi. A Zupi, para quem não conhece, é uma revista que fala de ilustração, moda, arte e design. Terei textos lá ao menos um vez por semana.
Já estou na correria para ter sempre temas interessantes. No primeiro, falei do Thiago, suas ilustrações e a banda Al Pacino Quartet (confira aqui). Estou correndo para falar com o casal Refluxo, com o desginer Marco Cherfem, o fotógrafo Sérgio Giusti...
Aí, aproveito para agradecer o pessoal que frequenta esse blog, seja nos posts polêmicos, seja quando está largardo às moscas, ou quando quer que seja... Esse pessoal sempre me inentivou a escrever.
Valeu e até mais.
Zelenski, ao som de 2.6 k
quarta-feira, 9 de setembro de 2009
Enquanto eu...
... edito as fotos, texto e vídeos dos shows de domingo, fiquem com esse videozinho. É sério, vejam. rs
Abraçøs a todos!
Abraçøs a todos!
sábado, 22 de agosto de 2009
Vê se faz as coisas direito, tenha vergonha na cara, rapaz
Já que é hoje, vamos nos preparando. E essa letra é foda. Serve pra uma penca de gente.
E preciso agradecer ao pessoal e amigos que continuam frequentando o blog, mesmo depois da pausa que dei pra organizar minha vida.
Abraços a todos. E nos vemos hoje no La Carne e InCivis no Campus VI.
por Zelenski, ao som de La Carne.
E preciso agradecer ao pessoal e amigos que continuam frequentando o blog, mesmo depois da pausa que dei pra organizar minha vida.
Abraços a todos. E nos vemos hoje no La Carne e InCivis no Campus VI.
por Zelenski, ao som de La Carne.
segunda-feira, 4 de maio de 2009
Seguinte...
Todos, imagino eu, sabem de um famigerado post neste blog sobre a cena. Aliás, não é o post em si, mas os comentários relativos à cena que se seguiram.
O que se discute lá foi e está sendo interessante, apesar de alguns ataques pessoais. Mas, um ponto que eu queria tocar é em relação a missão deste blog, que é colaborar para fortalecer/elevar a cena. Discutir a cena se inclui nisso, é claro.
Entretanto, por causa desse post, pessoas passaram a acessar o blog só para fomentar/desviar aquela discussão (que, na verdade, a princípio nem era sobre a cena em si, mas sim a cobertura de uma noite de show). Isso é bom e ruim.
Bom, pois o blog recebe mais visitações, é citado no boca-a-boca e, como já dito, discute pontos importantes da cena. Mas também é ruim, pois o blog não se resume apenas naquele post. Recentemente, fiz uma entrevista com o André, do estúdio Overdrive, uma matéria sobre a nova banda da cidade, BDE, entrevistas com bandas bacanas, como com o Anacrônica, que veio do Sul tocar em Mogi (e fez um show do caramba) e com nossos amigos mogianos dos Cafetones, e mais, muito mais conteúdo, na medida do possível que eu consigo produzir.
Tirando a entrevista com o André, que também gerou um debate bacana, os demais pouquíssimas pessoas participaram do conteúdo gerado.
Não quero que todo mundo que entre, comente. Mas também não gostaria que todos que entrassem aqui fossem por causa de apenas uma das discussões do blog. Vamos continuar debatendo, lógico, mas evoluindo, post a post.
Eu acredito na cena. E quem acredita, acho que vai entender essa minha angústia.
****
Shows do final de semana em Mogi
Pessoal, fui ver as paradas na Virada Cultural em São Paulo, e não vi os shows do final de semana aqui em Mogi. Alguém viu, tirou foto ou algo do tipo? Se sim, vamos compartilhar. ;-)
****
Enquete
Estava matutando dia desses sobre o público da cena indie de Mogi. Aí, cheguei em alguns impasses. Pensei nessas possibilidades:
a) A maioria do público mogiano até gostaria de estar nos eventos, mas não sabe que está rolando;
b) A maioria do público mogiano até gostaria de estar nos eventos, mas não tem dinheiro;
c) A maioria do público mogiano até gostaria de estar nos eventos, mas tem preguiça de sair de casa, de procurar por bandas daqui;
d) Não existe público mogiano.
e) As pessoas sabem o que está rolando, mas, por gosto pessoal, não gostam das bandas independentes atuais.
Que acham? Vale falar que quando eu falo "público mogiano" não me refiro às pessoas que já vão nos eventos e shows, mas sim aos que não vão.
*****
Abraços a todos.
Por Zelenski, ao som de Odair José (que mandou muito bem na Virada)
O que se discute lá foi e está sendo interessante, apesar de alguns ataques pessoais. Mas, um ponto que eu queria tocar é em relação a missão deste blog, que é colaborar para fortalecer/elevar a cena. Discutir a cena se inclui nisso, é claro.
Entretanto, por causa desse post, pessoas passaram a acessar o blog só para fomentar/desviar aquela discussão (que, na verdade, a princípio nem era sobre a cena em si, mas sim a cobertura de uma noite de show). Isso é bom e ruim.
Bom, pois o blog recebe mais visitações, é citado no boca-a-boca e, como já dito, discute pontos importantes da cena. Mas também é ruim, pois o blog não se resume apenas naquele post. Recentemente, fiz uma entrevista com o André, do estúdio Overdrive, uma matéria sobre a nova banda da cidade, BDE, entrevistas com bandas bacanas, como com o Anacrônica, que veio do Sul tocar em Mogi (e fez um show do caramba) e com nossos amigos mogianos dos Cafetones, e mais, muito mais conteúdo, na medida do possível que eu consigo produzir.
Tirando a entrevista com o André, que também gerou um debate bacana, os demais pouquíssimas pessoas participaram do conteúdo gerado.
Não quero que todo mundo que entre, comente. Mas também não gostaria que todos que entrassem aqui fossem por causa de apenas uma das discussões do blog. Vamos continuar debatendo, lógico, mas evoluindo, post a post.
Eu acredito na cena. E quem acredita, acho que vai entender essa minha angústia.
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Shows do final de semana em Mogi
Pessoal, fui ver as paradas na Virada Cultural em São Paulo, e não vi os shows do final de semana aqui em Mogi. Alguém viu, tirou foto ou algo do tipo? Se sim, vamos compartilhar. ;-)
****
Enquete
Estava matutando dia desses sobre o público da cena indie de Mogi. Aí, cheguei em alguns impasses. Pensei nessas possibilidades:
a) A maioria do público mogiano até gostaria de estar nos eventos, mas não sabe que está rolando;
b) A maioria do público mogiano até gostaria de estar nos eventos, mas não tem dinheiro;
c) A maioria do público mogiano até gostaria de estar nos eventos, mas tem preguiça de sair de casa, de procurar por bandas daqui;
d) Não existe público mogiano.
e) As pessoas sabem o que está rolando, mas, por gosto pessoal, não gostam das bandas independentes atuais.
Que acham? Vale falar que quando eu falo "público mogiano" não me refiro às pessoas que já vão nos eventos e shows, mas sim aos que não vão.
*****
Abraços a todos.
Por Zelenski, ao som de Odair José (que mandou muito bem na Virada)
domingo, 12 de abril de 2009
Hard Rock scene
Olá para todos.
Estou no meio do final de semana de acontecimentos. Ainda falta ver o show do Polite. Participei dos demais eventos e tenho bastante coisa pra contar.
Por enquanto, atualizei meu blog de Contos e Crônicas, com uma situação engraçado do final de semana.
Vamos nos falando pela semana.
Bons sons a todos.
por Zelenski, ao som de Scooby Doo, na TV.
Estou no meio do final de semana de acontecimentos. Ainda falta ver o show do Polite. Participei dos demais eventos e tenho bastante coisa pra contar.
Por enquanto, atualizei meu blog de Contos e Crônicas, com uma situação engraçado do final de semana.
Vamos nos falando pela semana.
Bons sons a todos.
por Zelenski, ao som de Scooby Doo, na TV.
quarta-feira, 2 de julho de 2008
Julgando pela capa
Já viram a capa da Rolling Stone deste mês? Intonci, este mês estão a capa conta com os garotos da banda NXZero nus, peladinhos, como vieram ao mundo. E até aí, sem problema algum. A capa da Rolling Stone sempre é motivo de conversa e de polêmicas, assim sendo, sem novidades.
O que me chamou a atenção, na verdade, a confusão que essa capa pode causar. Pois estava eu, todo feliz, procurando por novidades em uma banca da Paulista sobre o mangá Delivery Service of Corpse, que vejo a seguinte situação:
Por falta de conhecimento ou de sacanagem mesmo por parte do sr. Jornaleiro, a Rolling Stone dos meninos estava no meio das revistas pornôs.
Nada contra o NXZero (banda que até consigo admirar, sabendo do tempo que eles estão na estrada já, ralando e tocando), mas apenas digo que a situação foi, no mínimo, engraçada e digna de uma foto de celular.
Sem mais.
Por Zelenski,
ao som de Morphine.
Já viram a capa da Rolling Stone deste mês? Intonci, este mês estão a capa conta com os garotos da banda NXZero nus, peladinhos, como vieram ao mundo. E até aí, sem problema algum. A capa da Rolling Stone sempre é motivo de conversa e de polêmicas, assim sendo, sem novidades.
O que me chamou a atenção, na verdade, a confusão que essa capa pode causar. Pois estava eu, todo feliz, procurando por novidades em uma banca da Paulista sobre o mangá Delivery Service of Corpse, que vejo a seguinte situação:
Nada contra o NXZero (banda que até consigo admirar, sabendo do tempo que eles estão na estrada já, ralando e tocando), mas apenas digo que a situação foi, no mínimo, engraçada e digna de uma foto de celular.
Sem mais.
Por Zelenski,
ao som de Morphine.
segunda-feira, 21 de abril de 2008
Black Hole – Introdução à Biologia
HQ de Charles Burns mete medo com sua história e com o pesado nanquim – e vai virar filme em breve, com direção de David Fincher e roteiro adaptado por Neil Gaiman e Roger Avary
Black Hole é um quadrinho de terror de Charles Burns, que conta a história de um vírus espalhado por meio do sexo entre os jovens, na Seattle dos anos 70.
Aqui no Brasil, a HQ foi dividida em duas edições, sendo que a primeira, Introdução à Biologia, foi lançada ano passado, e já se pode sentir a qualidade da obra, com sua linguagem cinematográfica, preto e branco pesado e roteiro envolvente e aterrorizador.

A obra conta a história de jovens que são infectados por um vírus transmitido por meio de relações sexuais, que pode causar mudanças no corpo e comportamento das pessoas e até mutações bizarras, como manchas, caudas, bocas a mais e trocas de pele. E as reações dos jovens são diversas, alguns acham nojento, outros acham atraente, outros se alienam. No decorrer da história, ainda começam a acontecer assassinatos na cidade.
Desde 2005 o filme sobre a HQ vem sendo produzido, tendo David Fincher (Seven, Clube da Luta) como diretor e Neil Gaiman e Roger Avery (Bewoulf) na adaptação do roteiro. É esperar para ver. E esperar também ansiosamente pela segunda parte aqui no Brasil.
(foto: reprodução)
********************
Logo logo sairá uma nova zine: Dom Quixote, feita por mim e pelo Thiago. Coisa bacanas virão
Por Zelenski, ao som de Neil Young, Hasvest Moon.
HQ de Charles Burns mete medo com sua história e com o pesado nanquim – e vai virar filme em breve, com direção de David Fincher e roteiro adaptado por Neil Gaiman e Roger Avary
Black Hole é um quadrinho de terror de Charles Burns, que conta a história de um vírus espalhado por meio do sexo entre os jovens, na Seattle dos anos 70.
Aqui no Brasil, a HQ foi dividida em duas edições, sendo que a primeira, Introdução à Biologia, foi lançada ano passado, e já se pode sentir a qualidade da obra, com sua linguagem cinematográfica, preto e branco pesado e roteiro envolvente e aterrorizador.

A obra conta a história de jovens que são infectados por um vírus transmitido por meio de relações sexuais, que pode causar mudanças no corpo e comportamento das pessoas e até mutações bizarras, como manchas, caudas, bocas a mais e trocas de pele. E as reações dos jovens são diversas, alguns acham nojento, outros acham atraente, outros se alienam. No decorrer da história, ainda começam a acontecer assassinatos na cidade.
Desde 2005 o filme sobre a HQ vem sendo produzido, tendo David Fincher (Seven, Clube da Luta) como diretor e Neil Gaiman e Roger Avery (Bewoulf) na adaptação do roteiro. É esperar para ver. E esperar também ansiosamente pela segunda parte aqui no Brasil.
(foto: reprodução)
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Logo logo sairá uma nova zine: Dom Quixote, feita por mim e pelo Thiago. Coisa bacanas virão
Por Zelenski, ao som de Neil Young, Hasvest Moon.
segunda-feira, 24 de março de 2008
Música
As safadinhas da Orquestra Imperial
As letras que falam do sexo e sensualidade de forma sutil e natural, embalados pelo ritmo do samba, mpb e carnaval – e um pouco de 3namassa também
Imagino que todo mundo já conhece a Orquestra Imperial, aquele coletivo de artistas, que conta no elenco com Kassin, Amarante, Berna Ceppas, Moreno Veloso, Domenico, entre muitos outros, que fazem uma MPB de primeira, com influências de ritmos latinos e carnavalescos (vide o nome do primeiro álbum, “Carnaval Só Ano Que Vem”).
Saindo um pouco da Orquestra, mas sem mudar a temática, semana passada li na Ilustrada da Folha a matéria sobre o 3namassa, outro coletivo de artistas (que misturam integrantes de Cidadão Instigado, Nação Zumbi, Orquestra Imperial) que tem como base a interpretação feminina de versos escritos por homens, cujo assunto principal é o sexo.
E o que une esses dois projetos? Aqui, neste texto em especial, além dos integrantes em comum, quero exaltar a temática do sexo e da sensualidade que são tratados de forma poética, agrandando de pessoas modernas a conservadoras, sem se fazer notar de que estão falando exatamente na mesma coisa.
Na Orquestra Imperial, para citar algumas canções, temos as ótimas Ereção, Yarusha Djaruba, Era Bom e Ela rebola, todas essas com a malandresa e boemia que conhecemos em Chico Buarque, e outras figuras da MPB.
Esse pessoal, e muitos outros por aí, resgatam a beleza da sensualidade e do sexo, de uma forma, que não poderia ser diferente, natural.
Isso devia ter deixado de ser tabu há tempos.

As safadinhas da Orquestra Imperial
As letras que falam do sexo e sensualidade de forma sutil e natural, embalados pelo ritmo do samba, mpb e carnaval – e um pouco de 3namassa também
Imagino que todo mundo já conhece a Orquestra Imperial, aquele coletivo de artistas, que conta no elenco com Kassin, Amarante, Berna Ceppas, Moreno Veloso, Domenico, entre muitos outros, que fazem uma MPB de primeira, com influências de ritmos latinos e carnavalescos (vide o nome do primeiro álbum, “Carnaval Só Ano Que Vem”).
Saindo um pouco da Orquestra, mas sem mudar a temática, semana passada li na Ilustrada da Folha a matéria sobre o 3namassa, outro coletivo de artistas (que misturam integrantes de Cidadão Instigado, Nação Zumbi, Orquestra Imperial) que tem como base a interpretação feminina de versos escritos por homens, cujo assunto principal é o sexo.
E o que une esses dois projetos? Aqui, neste texto em especial, além dos integrantes em comum, quero exaltar a temática do sexo e da sensualidade que são tratados de forma poética, agrandando de pessoas modernas a conservadoras, sem se fazer notar de que estão falando exatamente na mesma coisa.
Na Orquestra Imperial, para citar algumas canções, temos as ótimas Ereção, Yarusha Djaruba, Era Bom e Ela rebola, todas essas com a malandresa e boemia que conhecemos em Chico Buarque, e outras figuras da MPB.
Esse pessoal, e muitos outros por aí, resgatam a beleza da sensualidade e do sexo, de uma forma, que não poderia ser diferente, natural.
Isso devia ter deixado de ser tabu há tempos.

Orquestra Imperial e sua trupe (Foto: orquestraimperial.com.br)
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Por Zelenski, ao som de Chico Buarque, Flor da Idade
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segunda-feira, 17 de março de 2008
Show
Quando a mídia pega alguém pra falar bastante sobre, ela não brinca, o faz pra valer. A bola da vez é da mocinha Mallu Magalhães, de 15 anos. É matéria na Rolling Stones, Época, vinhetas na MTV, entrevista no Altas Horas e muito mais...
Para quem está cansado de ver trabalhos solos de artistas que acabam fazendo o mesmo som que sua banda original faz, uma opção (além do CD de rock que Hudson, do Edson e Hudson, vai lançar em breve) é o disco solo de Frank Black, vocalista do Pixies, Fast Man/ Raider Man, de 2006.
O público somos nós
Bacana a noite de ontem (domingo), em Ferraz, no Véinhos. Som com as bandas Somata, Netos da Revolução, Motocontínuo e Conte-me uma Mentira, que, basicamente, teve como público os próprios integrantes das bandas.
Mas isso não foi ruim. Foi como um futebol de domingo entre amigos. Amigo que batem uma boa bola. Gostei de ver os rapazes do Conte-me..., pois ainda não os conhecia ao vivo e percebi que fazem um rock´n roll bem bacana. Era para rolar também show dos Cafetones, mas por algum motivo eles não apareceram, uma pena.
Pela primeira vez, levei as minhas próprias ferragens da bateria. Uma vitória, para quem toca bateria há 6 anos, mesmo não tendo a bateria.
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Música
Mallu Magalhães e os barulhos da mídia
Quando a mídia pega alguém pra falar bastante sobre, ela não brinca, o faz pra valer. A bola da vez é da mocinha Mallu Magalhães, de 15 anos. É matéria na Rolling Stones, Época, vinhetas na MTV, entrevista no Altas Horas e muito mais... Mallu tem tudo que um indie de plantão gosta: diversas coisas “faça você mesmo” (capas de caderno, instrumentos), canções que embalam essa nova onda folk, influências claras de Bob Dylan e Belle & Sebastian e começou com sucesso no MySpace.
Todo esse barulho me fez ter uma resistência para ouvi-la e criar minha opinião. Mesmo sem saber se o som é bacana ou não, a resistência é criada. Mas, como bem se sabe, não é só por que está inserido na grande massa é que o material é ruim. Temos bons exemplos que comprovam isso, como Radiohead (com o seu belo e recente In Raibows), Strokes, Pato Fu e muitas outras.
Mas vou esperar todo esse barulho passar, pra conseguir ouvir melhor a música de Mallu.
(Foto: myspace.com)
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Música
Frank Black: Fast Man/Raider Man
Para quem está cansado de ver trabalhos solos de artistas que acabam fazendo o mesmo som que sua banda original faz, uma opção (além do CD de rock que Hudson, do Edson e Hudson, vai lançar em breve) é o disco solo de Frank Black, vocalista do Pixies, Fast Man/ Raider Man, de 2006.Frank Black tem fortes influências do country e folk, e faz um som bem animado por todas as 27 faixas do álbum duplo. Destaque para a música que fecha o disco, Fare Thee Well.
Outro trabalho bacana é Alpacino Quartet, do Thiago Augusto, guitarrista do Flegma. Os sons são bem melancólicos e misturam outras áreas do arte, como o cinema. Destaque para Continue Caminhando.
(foto:divulgação)
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Zelenski, ao som de Yoñlu, Finalmente.
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